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CONTINUA A CAMPANHA "TODOS PELA VIDA" DO HOSPITAL SANTO ANTÔNIO.




O Hospital Santo Antônio continua com a campanha "Todos Pela Vida" com o objetivo de seguir angariando recursos para aquisição dos medicamentos e insumos que precisam ser mantidos para oferecer às equipes profissionais, todo suporte necessário para os atendimentos à população.


Somos muito gratos a toda comunidade que vem colaborando e agora precisamos somar todos os esforços possíveis para garantir as próximas aquisições indispensáveis nos procedimentos.


Você pode doar qualquer valor, numa das contas do Hospital Santo Antônio. Toda doação é muito bem-vinda e recebida com carinho pela equipe daquela "Casa de Saúde".

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Questionado por apoiador, Bolsonaro dispara: “Eu não sou ditador do Brasil”


 

Em conversa com apoiadores, nesta terça-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar governadores e prefeitos pelas medidas de restrição à circulação adotadas para conter a disseminação da pandemia. O diálogo, que aconteceu em frente ao Palácio da Alvorada, foi transmitido nas redes sociais.


Ao responder a um dos apoiadores, que pediu “atenção” ao Rio de Janeiro, o presidente afirmou que a população deve cobrar os representantes locais. “O que é atenção? Tem um governador e prefeito Lá o povo elegeu 70 deputados estaduais e 51 vereadores. Estados e municípios têm outras pessoas para tomar conta”, disse, demonstrando irritação.


“O pessoal fica reclamando… Quem fechou o comércio não fui eu. Quem te obrigou a ficar em casa não fui eu. Eu faço a minha parte. É impressionante: o pessoal em vez de dar força para mim, criticam. Eu não sou ditador do Brasil”, completou o chefe do Executivo.


Na sequência, o presidente voltou a criticar o STF (Supremo Tribunal Federal), o qual decidiu que os governos regionais têm liberdade para adotar medidas de combate à pandemia da Covid-19, no exercício de suas atribuições e no âmbito de seus territórios. “Quem deu poderes para estados e municípios fazerem o que estão fazendo, inclusive ignorando a Constituição?”, criticou.


Entretanto, a determinação da corte não retira atribuições do governo federal. Conforme entendimento do STF, as medidas locais de contenção não inviabilizam a competência geral da União para estabelecer medidas restritivas em todo o território nacional, caso entenda necessário. ( O Sul )


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Vai até amanhã(14)



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📢 ATENÇÃO!!! ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO ÚNICO




📢  ATENÇÃO!!! ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO ÚNICO 

🟦  A Secretaria Municipal de Assistência Social, está realizando a atualização cadastral das pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Cadastro Único.

🟦  Todos beneficiários do BPC e do Cadastro Único que estão a mais de dois anos sem atualizar devem fazer a atualização. 

🟦  O BPC é a garantia de um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao idoso a partir de 65 anos de idade, que não contribuem com a Previdência Social (INSS), não possuam meios de prover a própria manutenção e nem de serem providos pela família.

🟦  Para realizar a atualização, é preciso comparecer no setor de Cadastro Único junto ao CRAS  com os documentos de todos os membros da família residentes na moradia. Documentos pessoais (RG, CPF, Título de Eleitor, Certidão de Nascimento dos menores de idade sem documento), comprovantes de renda de todos  e conta de energia elétrica. Quem possuir bloco de produtor deve trazer o resumo do mesmo.

☑ Para maiores informações ligue:

☎️ 3252-1094

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Nova onda da pandemia gera maior incerteza sobre Brasil, diz Ministro da Economia


O agravamento da pandemia da Covid-19 gerou maior incerteza e aumentou as pressões sobre a economia brasileira, disse nesta terça-feira (6) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em discurso enviado ao FMI (Fundo Monetário Internacional), ele disse que a nova onda da doença submeteu o País a um “estresse acima do normal para o cenário atual”.


Nesta semana, o FMI promove a Reunião de Primavera, que ocorre no início de abril de cada ano. Por causa da pandemia da Covid-19, o ministro brasileiro não comparecerá ao encontro, mas enviou um discurso ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional, em que expressa visões da equipe econômica sobre diversos temas.


Na avaliação de Guedes, o governo brasileiro forneceu uma resposta adequada e coordenada no enfrentamento à crise econômica gerada pela pandemia, no ano passado. Agora, ressaltou o ministro, o desafio está em prosseguir com as reformas estruturais para sustentar um período de “forte recuperação”.


Segundo o ministro, a liberação de uma nova rodada do auxílio emergencial por meio de uma emenda à Constituição que exigiu contrapartidas fiscais permite garantir a contenção da dívida pública no médio prazo. Ele ressaltou que as novas medidas de proteção social estão atreladas à preocupação com a sustentabilidade das contas públicas, com medidas como o congelamento temporário de salários no serviço público e de contratações nos níveis federal, estadual e municipal.


“Amplo apoio parlamentar foi obtido para esta abordagem em que o auxílio emergencial foi acionado junto com regras mais fortes para controlar as despesas públicas. Portanto, o suporte fiscal e a proteção da população vulnerável vieram ao lado de medidas para preservar a sustentabilidade das contas públicas”, destacou Guedes no discurso.


Desafios


Apesar da nova onda da Covid-19, o ministro disse estar confiante de uma retomada rápida na atividade econômica assim que as restrições impostas pela pandemia acabarem. Segundo ele, isso será possível porque a pandemia teve impacto maior sobre o setor informal, que, nas palavras do ministro, teria “maior flexibilidade para se recuperar”.


No discurso, Guedes mencionou a necessidade de promover uma vacinação em massa e de continuar com a agenda de reformas estruturais e microeconômicas para que o Brasil possa crescer de maneira sustentável. “Em suma, a abordagem para impulsionar o crescimento sustentável e inclusivo no Brasil é tripla: intensificar a vacinação em massa, fornecer apoio fiscal de curto prazo juntamente com consolidação [reequilíbrio das contas públicas] a médio prazo e prossecução das reformas pró-mercado”, disse.


Em relação ao recente aumento de juros pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, Guedes disse que a medida indica a “normalização” da política monetária, depois que a taxa Selic (juros básicos da economia) teve de ser reduzida para níveis abaixo da inflação. Para ele, a elevação da Selic mostra que a autoridade monetária está comprometida com o retorno da inflação ao intervalo de metas “no horizonte relevante” e a alta da inflação representa um fenômeno temporário, decorrente da alta do dólar e do preço das commodities (bens primários com cotação internacional).


“O Banco Central elevou a taxa básica de juros para garantir que a inflação e as expectativas sigam dentro da meta para o horizonte relevante para a política monetária. Mesmo com o recente aumento da taxa de juros, a política monetária permanece muito acomodatícia. Além disso, o setor financeiro, que estava muito bem posicionado quando a crise estourou, tem mostrado notável resiliência”, explicou o ministro, comentando que a inflação recente subiu por conta da alta de commodities e do câmbio.


Previsões


Nesta terça-feira, o FMI elevou a previsão de crescimento da economia brasileira de 3,6% para 3,7% em 2021. O aumento na projeção para o Brasil foi inferior à expansão da economia global, que passou de 5,5% para 6% neste ano.


Em seu discurso, Guedes citou as projeções do ano passado, quando o FMI e diversos órgãos internacionais estimaram queda de 8% a 9% do PIB brasileiro em 2020. Na avaliação do ministro, o desempenho da economia brasileira no ano passado, que encolheu 4,8%, mostrou que as previsões nem sempre estão certas.


“A ação decisiva [com o auxílio emergencial e outras medidas] mitigou o impacto da pandemia e levou a revisões generalizadas de previsão de crescimento. O crescimento em 2020 surpreendeu positivamente algumas organizações internacionais, no entanto, não deveria ser totalmente inesperado”, disse Guedes. ( O Sul )